Acabei de assistir a um bailado contemporâneo, pelo núcleo de dança de Espinho. A música muito apropriada ,desde Anathema, Celtic wonder, René Aubry e yo-yo.
As dançarinas, sete no conjunto, através de movimentos corporais e máscaras transmitiram histórias breves, fantásticas, espantosas, paradoxais...lenda urbanas.
O mundo urbano tem o seu lado negro...o medo da solidão, a violência, a busca da eterna juventude, o conceito de beleza ideal, o estatuto social ambicionado...uma modernidade em crise.
O mito refelecte e racionaliza os medos e as esperanças da sociedade.Apesar da racionalização da sociedade, a mistificação do emotivo continua. E, assim, é bem provável que continuemos a criar lendas...
Tudo isto em quarenta minutos voláteis...
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