Não basta ter um bom advogado, o cliente tem que colaborar:
Um réu estava a ser julgado por homicídio qualificado , em Inglaterra.
Havia fortes indicíos sobre a sua culpabilidade, mas o cadáver não aparecera.
Quase no final da suas alegações , o advogado,receoso de que o seu cliente fosse condenado, recorreu a um truque:
- "Senhoras e senhores do júri, eu tenho uma surpresa para todos ", disse o advogado, enquanto olhava para o relógio.
"Dentro de um minuto, a pessoa presumivelmente assassinada, neste caso, vai entrar neste Tribunal."
E olhou para a porta.
Os jurados, surpresos, também ansiosos, voltaram os olhos para a porta.
Passou um minuto .Não aconteceu nada.
O advogado, então, terminou assim:
- "Realmente, eu falei e todos vocês olharam com expectativa.
Portanto, ficou claro que vocês têm uma dúvida neste caso, se alguém realmente foi morto;por isso insisto para que vocês considerem o meu cliente inocente.
Os jurados, visivelmente surpreendidos, retiraram-se para votar a decisão final.
Alguns minutos depois, o júri voltou e pronunciou o veredicto:
- "Culpado!"
- " Como?" perguntou o advogado... "Vocês estavam com
dúvidas, eu vi todos vocês olharem fixamente para a porta!"
E o juiz esclareceu:
- "Sim, todos nós olhamos para a porta, mas o seu cliente não..."
sábado, 16 de junho de 2007
Dúvida esclarecida
A próposito de rotundas. Não se trata de concordar da bondade da instalação, do número exagerado ,ou mesmo, das obras de arte?! no seu interior. Só da circulação do trânsito. No Código de Estrada, D.L. nº 114/94, de 03.05, alterado pelo D.L. nº 44/ 2005, de 23.02, em vigor, é assim:
Nas rotundas, situadas dentro ou fora das localidades, o condutor deve escolher a via de trânsito mais conveniente ao seu destino. ( Art.º 14.º );
Os condutores de veículos a motor que pretendam entrar numa rotunda passam a ter de ceder a passagem aos condutores de velocípedes, de veículos de tracção animal e de animais que nela circulem. ( Art.ºs 31.º e32.º );
Os condutores que circulam nas rotundas deixam de estar obrigados a ceder passagem aos eléctricos que nelas pretendam entrar. ( Art.º 32.º );
Passa a ser proibido parar ou estacionar menos de 5 metros, para um e outro lado, das rotundas e no interior das mesmas. ( Art.º 49.º );
A minha dúvida residia no que concerne ás regras de circulação nas rotundas com duas ou mais faixas de rodagem, só agora em 2007, foi regulamentada, desta forma:
os condutores devem circular sempre nas faixas interiores, sendo apenas permitida a passagem para a zona exterior no troço imediatamente antes da saída pretendida. Isto para evitar que um veículo percorra toda a rotunda na faixa de fora, bloqueando a saída a outros veículos, e provocando acidentes.
O Código apenas dizia o seguinte , a circulação das rotundas deve ser feita de forma a dar a esquerda, à zona central.
Esclarecidos?
Nas rotundas, situadas dentro ou fora das localidades, o condutor deve escolher a via de trânsito mais conveniente ao seu destino. ( Art.º 14.º );
Os condutores de veículos a motor que pretendam entrar numa rotunda passam a ter de ceder a passagem aos condutores de velocípedes, de veículos de tracção animal e de animais que nela circulem. ( Art.ºs 31.º e32.º );
Os condutores que circulam nas rotundas deixam de estar obrigados a ceder passagem aos eléctricos que nelas pretendam entrar. ( Art.º 32.º );
Passa a ser proibido parar ou estacionar menos de 5 metros, para um e outro lado, das rotundas e no interior das mesmas. ( Art.º 49.º );
A minha dúvida residia no que concerne ás regras de circulação nas rotundas com duas ou mais faixas de rodagem, só agora em 2007, foi regulamentada, desta forma:
os condutores devem circular sempre nas faixas interiores, sendo apenas permitida a passagem para a zona exterior no troço imediatamente antes da saída pretendida. Isto para evitar que um veículo percorra toda a rotunda na faixa de fora, bloqueando a saída a outros veículos, e provocando acidentes.
O Código apenas dizia o seguinte , a circulação das rotundas deve ser feita de forma a dar a esquerda, à zona central.
Esclarecidos?
domingo, 10 de junho de 2007
Abraço para Cala Ratjada
Hoje é feriado em Portugal, não sei se sabes Renato. Provavelmente não te lembras. Eu digo-te, é dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas. O nosso dia. Há quantos anos estás aí? Oito anos? Agora, só verbalizas na lingua de Javier Marias?Não? Como não?Alemão e Maiorquino? Existe esse idioma? É parecido com o catalão, mas com especificidades? Estás perdoado.Mas escreveste em português. Gostei de saber as novidades.Perguntas «vacaciones o no??» Proclamas , « ja sou solteiro a mais de um mes e assim é como tem que ser ...»( então não ias casar com a Marguerita?)«...escrevo-te para saber a data que chegas, ja tens o bilhete de aviao ???Quanto mais cedo reservares mais barato.Estou a espera de noticias, ja sabes que tens casa aqui. Molt d'anys e fico a espera de noticias.».
Sei que escreveste em 19 de Maio. Férias ainda não as pensei.Gostaria de aí voltar. Rever os amigos que me apresentaste.As praias maravilhosas. Dar outra volta à ilha.Vamos ver...
Um grande abraço daqui da nossa Cortegaça que hoje contrasta com o clima que aí faz, deves ter saudades, um pouco de nortada, nevoeiro.
Sei que escreveste em 19 de Maio. Férias ainda não as pensei.Gostaria de aí voltar. Rever os amigos que me apresentaste.As praias maravilhosas. Dar outra volta à ilha.Vamos ver...
Um grande abraço daqui da nossa Cortegaça que hoje contrasta com o clima que aí faz, deves ter saudades, um pouco de nortada, nevoeiro.
sábado, 9 de junho de 2007
Boa noticía da semana

Ban Ki-moon ,nascido a 13 de Junho de 1944, é diplomata Sul - Coreano, ex-Ministro dos Negócios Estrangeiros de seu país. Em 13 de Outubro de 2006 foi eleito Secretário-Geral da ONU. É, desde 1 de Janeiro, o oitavo e actual secretário-geral da Organização das Nações Unidas, tendo sucedido ao Ganês Kofi Annan. O mandato é de cinco anos.
Vem isto a próposito da boa notícia desta semana, o primeiro-ministro israelita, Hedmund Olment afirmou estar disposto a entregar os Montes Golã à Siria, territórios ocupados por Israel desde 1967, guerra dos seis dias. Não sei as contrapartidas.Mas
a ONU tem a obrigação de aproveitar o momento, estar na linha da frente nas negociações. Quem sabe se não é desta que o bom senso prevalecerá?
Não me lembro de ver o rosto de Ban Ki- moon nem saber a posição da ONU sobre esta matéria essencial para a Paz mundial, na imprensa dos últimos meses.
sexta-feira, 8 de junho de 2007
Humor...
Via e.mail , mão amiga deixou esta pérola:
Num tribunal de uma comarca, o Procurador-adjunto chamou a sua primeira testemunha; uma velhinha de idade avançada e avó.
Aproximou-se da testemunha e perguntou:
"Srª Ermelinda, a senhora conhece-me?"
Resposta: -Claro que te conheço. Conheço-te desde pequenino e, francamente, desiludiste-me. Mentes descaradamente, enganas a tua mulher, manipulas as pessoas e falas mal delas pelas costas. Julgas que és uma grande personalidade quando nem sequer tens inteligência suficiente nem para ser varredor. Claro que te conheço.
O Procurador-adjunto ficou branco, sem saber que fazer. Depois de pensar um pouco; apontou para o outro extremo da sala e perguntou:
-Srª Ermelinda conhece o defensor oficioso?
Responde a velhinha: -Claro que sim. Também o conheço desde a infância. É frouxo, tem problemas com a bebida, não consegue ter uma relação normal com ninguém e na qualidade de advogado bem, aí......é um dos piores que já vi. Não esqueço também de mencionar que engana a mulher com três mulheres diferentes, uma das quais, curiosamente, é a tua mulher. Sim, conheço-o. Claro que sim.
-O defensor ficou em estado de choque.
O juiz, então, pediu a ambos que se aproximassem do estrado e com uma voz muito ténue , diz-lhes:
-Se a algum dos dois ocorrer perguntar à p*** da velha se me conhece, juro-vos que Vão todos presos.
Num tribunal de uma comarca, o Procurador-adjunto chamou a sua primeira testemunha; uma velhinha de idade avançada e avó.
Aproximou-se da testemunha e perguntou:
"Srª Ermelinda, a senhora conhece-me?"
Resposta: -Claro que te conheço. Conheço-te desde pequenino e, francamente, desiludiste-me. Mentes descaradamente, enganas a tua mulher, manipulas as pessoas e falas mal delas pelas costas. Julgas que és uma grande personalidade quando nem sequer tens inteligência suficiente nem para ser varredor. Claro que te conheço.
O Procurador-adjunto ficou branco, sem saber que fazer. Depois de pensar um pouco; apontou para o outro extremo da sala e perguntou:
-Srª Ermelinda conhece o defensor oficioso?
Responde a velhinha: -Claro que sim. Também o conheço desde a infância. É frouxo, tem problemas com a bebida, não consegue ter uma relação normal com ninguém e na qualidade de advogado bem, aí......é um dos piores que já vi. Não esqueço também de mencionar que engana a mulher com três mulheres diferentes, uma das quais, curiosamente, é a tua mulher. Sim, conheço-o. Claro que sim.
-O defensor ficou em estado de choque.
O juiz, então, pediu a ambos que se aproximassem do estrado e com uma voz muito ténue , diz-lhes:
-Se a algum dos dois ocorrer perguntar à p*** da velha se me conhece, juro-vos que Vão todos presos.
quinta-feira, 7 de junho de 2007
Vinicius de Morais
O verbo no infinito
Ser criado, gerar-se, transformar
O amor em carne e a carne em amor; nascer
Respirar, e chorar, e adormecer
E se nutrir para poder chorar
Para poder nutrir-se; e despertar
Um dia à luz e ver, ao mundo e ouvir
E começar a amar e então sorrir
E então sorrir para poder chorar.
E crescer, e saber, e ser, e haver
E perder, e sofrer, e ter horror,
De ser e amar, e se sentir maldito
E esquecer tudo ao vir um novo amor
E viver esse amor até morrer
E ir conjugar o verbo no infinito...
Vinicius De Morais, in Livro de Sonetos, Companhia das Letras, S.Paulo, 2004
Ser criado, gerar-se, transformar
O amor em carne e a carne em amor; nascer
Respirar, e chorar, e adormecer
E se nutrir para poder chorar
Para poder nutrir-se; e despertar
Um dia à luz e ver, ao mundo e ouvir
E começar a amar e então sorrir
E então sorrir para poder chorar.
E crescer, e saber, e ser, e haver
E perder, e sofrer, e ter horror,
De ser e amar, e se sentir maldito
E esquecer tudo ao vir um novo amor
E viver esse amor até morrer
E ir conjugar o verbo no infinito...
Vinicius De Morais, in Livro de Sonetos, Companhia das Letras, S.Paulo, 2004
quarta-feira, 6 de junho de 2007
Manuel Alegre
Fui ontem à apresentação e lançamento do último livro de poesia de Manuel Alegre, intitulado « Doze Naus », apresentado pelo Professor Doutor Victor Aguiar e Silva, no Clube Literário do Porto. O autor recitou alguns poemas. Deixo aqui um sinal para ficarem aguados...A COR DO VENTO
Quando o horizonte se fecha
o azul converte-se em cinzento
e o próprio mar fica da cor
do vento
Manuel Alegre, in Doze Naus, Dom Quixote, Lisboa, 2007
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