Faz sol lá fora.Aqui não.Soubemos da ausência do CRC pelas 11H15.Esperámos pelo CRC desde as 9H00. Perguntavam pelo CRC, e nada. Ninguém sabia do CRC.Afinal o CRC não vem hoje, dizem. Só na próxima quarta-feira vamos ter o prazer de ser apresentados ao CRC. Não faz mal.
O CRC ( certificado de registo criminal ) é importante demais para se brincar com ele. Perdão.É indispensável para se iniciar qualquer julgamento. Concordo.Na sua ausência manda-se o arguido para casa com a advertência de comparecer na data já designada. Se, por acaso ou fatalidade, o arguido destas linhas fosse um fugitivo, um foragido perigoso, já estaria a monte, ausente em parte incerta. Como o CRC. E o porquê da ausência do CRC? Não sabemos. Por curiosidade consultei o DL nº 381/98, de 27.11 , que Regulamenta e desenvolve o regime da identificação criminal , que prescreve no seu artigo 30º a transmissão de documentos por telecópia, li, ainda a Lei nº 57/ 1998, de 18.08 , organização e funcionamento da identificação criminal , o seu artigo 9º, nº 4, diz ...A emissão de certificados do registo criminal pode processar-se automaticamente em terminais de computador colocados nos Tribunais ou em instalações de outras entidades referidas no artigo 7º( Magistrados Judiciais e do Ministério Público ), com garantia do controlo e segurança da transmissão dos dados. ...Então porque não apareceu o CRC?
segunda-feira, 4 de junho de 2007
sábado, 2 de junho de 2007
Tarde no parque de Serralves


Fui, esta tarde, à 4ª edição do Serralves em Festa: festival de expressão artística contemporânea, com a duração de 40 horas consecutivas non-stop, com mais de setenta eventos. Consegui ver, ouvir, desfrutar de 3. Para quem conhece sabe que se trata de um parque e quinta deslumbrantes. Muito arboredo, roseirais, azinheiras, bétulas, ulmeiros, teixos, uma mata, um lago, plantas aromáticas.Uma casa, melhor dizendo um casarão, um museo de arte contemporânea, auditórios, uma casa de chá , lagar e celeiro, estábulos, casario da quinta. É enorme, lindo de morrer.
Sucede que nestes dois dias, 02 e 03 de Junho, sábado e domingo, importa é participar nos eventos culturais.
Ás 16H00, na Casa Serralves, assisti a um recital de poesia, intitulado...tudo gira...um evento perfomático de comunicação da poesia interpretado vocal e visualmente a partir de poemas de Jorge de Sousa Braga, um deles cantado em melodia, corpo, respiração ,assim ...neste mundo tudo gira, que eu gire em redor de ti não admira...interpretado por Margarida Mestre, formada em pedagogia, sonoplatia e dança ( técnica e composição ), é excelente, mágica, com muito talento, foi um sucesso.
Saí rápidamente para ver e ouvir, no parque prado, uma banda de 10 musícos, 7 metais ( clarinetes, saxofones,trompetes), um contrabaixo, um piano e uma bateria, eram os Willem Breuker Kollemtief, tocaram durante 90 minutos jazz misturado com clássica, latina e imagine-se ...o Malhão português nessa toada, inesquecível, irreverentes, metades dos elementos já sexagenários, uma festa,inolvidável.
Vi, ainda 10 minutos de um duo de voz e harpa...
Se puder ir amanhã...
sexta-feira, 1 de junho de 2007
Crianças
quinta-feira, 31 de maio de 2007
quarta-feira, 30 de maio de 2007
Agrada-me ver-te sorrir

Veio-me hoje uma vontade enorme de te amar.Quero ir ter contigo.Estás em muitos sítios. És muitas.Compro bilhetes ao acaso para apanhar um barco.Chego com a maré.Descemos à praia, á água, ao mar, .Descalçamo-nos.Há a noite e o teu corpo moreno e belo. E a fúria e o limite.Não dizemos nada. Derramo no teu ser a água salgada que trouxe nas mãos em concha laranja. Agrada-me ver-te sorrir.
Biblioteca itinerante
Á minha frente na estrada nacional 109 seguiam em veículo automóvel de cor bordô livros e outros documentos, DVD's, Cd's. Enquanto tentava a ultrapassagem veio-me á memória prazeres antigos. Lembrei-me da meninice, escola primária, e como esperávamos com impaciência a chegada, mensal, dos livros da biblioteca itinerante da Fundação Calouste Gulbenkian, que tinha como ponto de paragem o lugar do Chalé, no centro da freguesia. Só tinhamos direito a requisitar cinco livros. Foi desta maneira que li 'o meu pé-de-laranja lima', de Mauro de Vasconcelos.Só havia biblioteca na sede de Concelho a dez quilométros. E lembrei-me, ainda, do Senhor Gastão, reformado, septuagenário, sempre o primeiro da fila e o mais ansioso.
Desconhecia que este serviço das bibliotecas públicas, destinado áqueles que estão mais afastados dos núcleos urbanos e que não podem aceder à biblioteca municipal e seus pólos, ainda estava em funcionamento. E alegrei-me por isso, por mim, por todos.
Desconhecia que este serviço das bibliotecas públicas, destinado áqueles que estão mais afastados dos núcleos urbanos e que não podem aceder à biblioteca municipal e seus pólos, ainda estava em funcionamento. E alegrei-me por isso, por mim, por todos.
terça-feira, 29 de maio de 2007
Mar
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