sexta-feira, 11 de maio de 2007

Dia da espiga

1904 - Nasce o pintor surrealista espanhol Salvador Dali.

Sul

Hoje é inaugurada a exposição de joalharia e couros dourados, « Manufacturas do al-Andalus » ( recriações de inspiração Ibero- mulçumana ), de Ana Caldas e Franklin Pereira, que decorrerá na Livraria Lello.
Realizar-se-á um Recital de música da Índia do Norte.
Até 09 de Junho.

quinta-feira, 10 de maio de 2007

Decidido

Não...ao IV encontro nacional do IAPI.
Não...ao jogo a contar para o CNJ, no campo do Clube de Direito.
Queria ter o dom da ubiquidade...
Sim...actividades na natureza, em Gois...organização do Professor André:
12 e 13 de Maio “Actividades na natureza” – Gois
Saída: 8:30h - O transporte será em autocarro alugado para facilitar o apoio e o convívio e evitar esperas e enganos. . .
Trajecto: Espinho – A29 até Estarreja – A1 até Coimbra – sair para o IP3 – seguir até à saída para Arganil – seguir o IC6 para Arganil / Covilhã, que se transforma na N17 – uns Km à frente aparece uma rotunda, virar para Oliveira do Hospital (não para Arganil) – seguir até Venda de Galizes e virar à direita para Covilhã e Avô – mais uns Km e virar à direita para Avô: ponto de encontro junto à farmácia, antes da ponte.
11:00h - Início da actividade Roupa / calçado para caminhada (já vestida): botas de montanha ou sapatilhas e roupa fresca (pode ser calções pois não há mato, silvas,…), chapéu, impermeável, toalha, fato banho, protector solar, máq. fotográfica, mochila peq. (com almoço, água,...).
13:00h – paragem para almoço; 17:00h - final da caminhada; 20:00h - jantar em Góis (ADIBER) - levar sobremesa (♀) / bebidas (♂); 22:00h - Sessão de danças latinas, música, guitarras, … Pernoita: não é necessário levar nada: a casa tem lençóis, almofada, …
Domingo: 8:30h pequeno-almoço; 9:00h - saída para a canoagem: levar sapatilhas velhas para molhar / sandálias / sapatos de neoprene, fato de surf (quem tiver, porque a água é fria), fato de banho, farnel para comer a meio da descida (levar ou comprar em Góis). 16:30h – almoço.
Regresso a Espinho...



quarta-feira, 9 de maio de 2007

Pé de vento

Eram não cinco, mas sete horas da tarde em ponto. Saio da casa branca pelo portão verde.Cá fora atravesso a passadeira, para o outro lado da rua.Vou equipado de sapatilhas azuis, meias brancas,calções azuis, camisola cinzenta. Começo a correr, em passo pequeno, devagar, é a descer...na zona industrial em sentido oposto vem o Jacinto de bicicleta...olá Jacinto, estás um desportista, cof...cof...ufa...ufa...continuo, passo a a zona industrial, atravesso a linha ferréa, do outro lado floresta, verde, ouvem-se cantos de aves, continuo a correr.Já passaram quinze minutos...páro...caminho na floresta...distender os músculos...muito importante...braços para cima e para baixo, alternados...cof...cof...agora as pernas, distender, pena direita à frente a esquerda atrás...faz bem...passaram cinco minutos, hora de regressar...é quase sempre a subir...a correr novamente, passos lentos, devagar...cof... cof...ufa...ufa...cheguei passados vinte e cinco minutos...distender os músculos...Estou pior do que pensava...Pé de chumbo!

39.33

Enviou-me um Amigo, por e.mail, não sei se por intuir que tenho falta de...

...Equilíbrio...

Para sentir-me pleno,tenho que ser estável.
Para ser estável,é necessário equilíbrio.

O equilíbrio entre:

Ser alegre,e não inconveniente.
Ser sincero,e não machucar.
Ser firme nas ideias,e não arrogante.
Ser humilde, e não submisso.
Ser rápido, e não impreciso.
Ser contente, e não complacente.
Ser despreocupado e não descuidado.
Ser Amoroso e não pegajoso.
Ser Pacífico e não passivo.Ser disciplinado, e não rigido.
Ser flexível, e não frouxo.
Ser comunicativo, e não exagerado.
Ser obediente, e não cego.
Ser doce, e não melado.
Ser moldável, e não tolo.
Ser introspectivo, e não enclausurado.
Ser determinado, e não teimoso.
Ser corajoso, e não agressivo.

Obrigado João...vou-me esforçar para não esquecer!

terça-feira, 8 de maio de 2007

Não sou de « frescuras », mas...

Inicio de tarde, esplanada de um café... junto da praia a que dei o nome de « Praia da menina do mar »; Tomei café; estou a fumar...cá fora não há cinzeiros, peço um...passados que são dois cigarros ainda não há cinzeiro...apago os cigarros no chão de cimento e coloco as piriscas no pacote do açucar...sujo um pouquito as mãos...vou lavá-las...não há nem sabonete nem papel...peço ambos...só há papel...pego num cinzeiro e levo-o lá para fora...o mar a 2 metros...e ouve-se música barulhenta...mas não digo para a desligar, nem lavro reclamação da falta de...
Voltarei sempre porque é a Praia da menina do mar...

segunda-feira, 7 de maio de 2007

Mediação frustrada

Pelas 10H00 já me encontrava com o meu estimado amigo e constituinte João, no Julgado de Paz, sito no Edificio dos Bombeiros Voluntários, nº 20. Já aqui contei que em 18.04 a contraparte apresentou ,verbalmente, o requerimento inicial, que foi reduzido a escrito por uma funcionária .Seguidamente o João foi citado em 23.04, logo após 5 dias. Na citação vinham já marcadas a sessão de pré-mediação, para hoje , e uma vez frustrada esta, a data para julgamento para próximo dia 23. Em resumo , em 18 dias poder-se-ia ter resolvido o pleito. Não fosse a mediação ficar sem acordo.Se esta tem resultado haveria lugar a homologação do acordo de mediação pelo Juiz de Paz com valor de sentença.
Passo a explicar a Mediação..., entramos os oponentes, a minha pessoa e a Mediadora para uma sala, com uma mesa retangular, sentamo-nos...os oponentes assinam um termo de consentimento de mediação, em que declaram : consentir submeter o conflito á mediação, num clima de cooperação e respeito mútuo, confidencial ( não pode ser objecto de prova em Tribunal), o mediador não pode ser testemunha em Julgamento, entre outras. Após este consentimento, começa a mediação propriamente dita. A mediadora pergunta ora a um ora a outro o que os trouxe aqui e porquê. Eu calado. Os litigantes falam. A mediadora « puxa » por eles,
...«o que lhe falta dizer a esse senhor» e o outro exclama...« é um vigarista por isto, por aquilo»...e a mediadora virada para o outro...« e o senhor que tem a dizer sobre o que o H. acabou de lhe apelidar...e por aí fora. Cheguei à conclusão que a mediação serve para lavar a alma...para dizer tudo, mas literalmente tudo, desde que a imaginação e inspiração tomem conta dos litigantes...passados que foram 45 minutos pedí para sair...regressei passados outros 40 minutos...e a conversa animadíssima, que se ouvia cá fora, continuava, ora com exaltamentos, parte a parte, alguns murros na mesa...ou seja 1H45 depois chegou-se à conclusão que não haveria acordo. ..E... ala que se faz tarde... até ao dia 23, audiência de julgamento, esta já com a presidência de um Juiz de Paz, com testemunhas que neste tipo de processo têm o limite de cinco.Narrarei depois o desenlace de uma acção de € 719,64...